Por Thúlio Caminhoto Nassa

O artigo propõe uma alternativa diferente para enfrentar o baixo índice de escolarização superior no país. Diante da ineficiência do modelo exclusivamente público — limitado por severas restrições orçamentárias — e da inacessibilidade do modelo exclusivamente privado — restrito à lógica de mercado e incapaz de atender a regiões menos desenvolvidas —, o autor sugere a adoção de um novo formato de parceria: a sociedade de economia mista voltada à educação superior, com participação do poder público e de investidores privados, mas com foco em impacto social.

Com base em dados atualizados e estudos de caso, como o do município de Itapevi (SP), o texto demonstra que essa proposta não apenas é juridicamente viável, como também se mostra financeiramente promissora e socialmente estratégica. A ideia é que o Estado ofereça terrenos e o setor privado invista na infraestrutura, dividindo os lucros e garantindo cotas sociais e mensalidades acessíveis. Trata-se de uma proposta concreta para romper o impasse histórico da educação superior no Brasil. 

Leia a íntegra do estudo no link abaixo:



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